RSS Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari - Codevat Notícias de Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari - Codevat Thu, 05 Aug 2021 10:08:19 -0300 Thu, 05 Aug 2021 10:08:19 -0300 Zend_Feed_Writer 1.12.11 (http://framework.zend.com) http://codevat.com.br/rss VALE SOBE O TOM E EXIGE REVISÃO DO PLANO Mon, 19 Jul 2021 10:55:54 -0300 http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/321/?vale-sobe-o-tom-e-exige-revisao-do-plano.html http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/321/?vale-sobe-o-tom-e-exige-revisao-do-plano.html Nem mesmo a perspectiva de investir quase R$ 1,1 bilhão em trechos das rodovias no Vale é suficiente para mudar a opinião dos representantes do Vale. Em uma análise geral, as lacunas vistas no plano de concessões abrem margens para prejuízos aos municípios.

Mesmo as revisões no texto inicial também não agradaram. Como é o caso da duplicação da ERS-130, do trevo com a Rota do Sol, em Cruzeiro do Sul, até o km 83, em Arroio do Meio. No primeiro plano, a obra começaria após o décimo ano de transferência da rodovia à iniciativa privada.

Em audiência pública na tarde de quarta-feira, a equipe técnica do BNDES e da Secretaria Extraordinária de Parcerias do RS, apresentou a sugestão de iniciar a obra entre o sexto e o sétimo ano. A mudança foi considerada insuficiente pelos representantes do Vale.

“Nos preocupamos com o cronograma de obras. Desde 2012, quando foi feito o Evtea (Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental), já sabíamos os principais pontos que precisam de melhorias. Naquele momento, a duplicação entre Cruzeiro e Arroio do Meio já era prioridade”, afirmou o presidente da Câmara da Indústria e Comércio do Vale (CIC-VT), Ivandro Rosa.


Na avaliação dele, se trata de uma reivindicação local que não foi atendida. Junto com esse assunto, também ressaltou a necessidade de mais detalhamento sobre a formação de um conselho de usuários.

Uma organização com voz ativa entre comunidade, usuários, agências reguladoras e concessionária, para apontar prioridades e fiscalizar o cumprimento do contrato. “O Vale já tem 23 anos de concessões e o resultado não é satisfatório.”

A audiência virtual de ontem durou mais de 3 horas. Começou as 14h e foi até às 17h22min. Foram três momentos. O primeiro de apresentação do projeto de concessão, por parte de técnicos do BNDES. Em seguida, as manifestações dos representantes das regiões. Por fim, a resposta do Estado aos comentários feitos na segunda etapa.

A concessões das rodovias faz parte do Avançar RS. No programa constam investimentos em duplicações, ampliação de pistas, rótulas e intersecções. São mais de 1 mil quilômetros, com expectativa de aplicar R$ 10,4 bilhões em três décadas. As rodovias do Vale (ERSs 128,129, 130 e 453) aparecem no lote 2 junto com estradas de Passo Fundo, Carazinho até Santa Cruz do Sul. Nestes trechos, seriam R$ 3,9 bi de investimentos.

Fim da outorga. Uma exigência

Além de menos prazo para início da duplicação da ERS-130, líderes do Vale reforçaram o coro contra os critérios de escolha da empresa. No específico a outorga, em que a empresa vencedora paga ao governo do Estado um adiantamento para assumir a rodovia.

O presidente do Conselho de Desenvolvimento (Codevat), Luciano Moresco, destacou que essa é uma condição de todas as organizações locais. “Não concordamos com a outorga.” Pelo entendimento local, se trata de uma forma do governo fazer caixa e sobretaxar a população.

A empresária Renata Gagliotto reforçou as críticas sobre este aspecto. Pois encarece a tarifa. Os líderes locais exigem que a modelagem seja equivalente ao leilão da ERS-287, entre Tabaí e Santa Maria, sustentada apenas pelo menor preço da tarifa.

Local das praças e o free flow


Para encerrar as rusgas sobre transferências de pedágios fixos nos municípios, o representante da Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil), Leandro Eckert, frisou a implantação da cobrança por quilômetro rodado (free flow). “Se não foi regulamentado, então esperamos um pouco mais e fazer tudo já com o free flow. Temos de pressionar o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) para pôr a lei em prática.

“Temos de parar de pensar em praça. Ninguém vai construir uma estrutura para daqui a dois ou três anos desmontar tudo. Temos a tecnologia, é preciso implementar”, defendeu.

“Faremos o debate que for necessário para chegar ao melhor projeto”

Pelo fato do tempo previsto da audiência ter avançado, o espaço para respostas da demanda foi reduzido. Mesmo assim, os técnicos apresentaram o entendimento em cada uma das principais reivindicações do Vale.

O secretário de Parcerias, Leonardo Busatto, afirmou que a audiência pública não encerra a discussão sobre o formato da concessão. “Faremos o debate que for necessário para chegar ao melhor projeto.”

De acordo com ele, as visitas aos municípios e reuniões na secretaria em Porto Alegre seguirão nas próximas semanas. Bussato também defendeu todo o processo de construção do estudo. “Não é um projeto açodado. Foi feito de forma técnica, sem interferência política. Sempre olhamos para a demanda de tráfego, para reduzir acidentes e mortes.”

Para ele, esta é uma oportunidade para o Estado dar um salto no desenvolvimento econômico, melhoria da infraestrutura rodoviária e da logística das empresas. “Se depender dos impostos, nunca teremos duplicações e triplicações, com tantas obras como as previstas.”

Expectativa do Estado com a concessão

  • Iniciativa privada assume 1.131 quilômetros de estradas;
  • Passar para 73% da malha com pista dupla ou tripla;
  • Construir 808,6 quilômetros de acostamentos;
  • Fazer 831 adaptações em acessos;
  • Objetivos previstos para 30 anos de concessões;
  • Investimento total de R$ 10,6 bilhões;
  • Deste total, R$ 3,9 bi nos cinco primeiros anos;
    As praças do Vale do Taquari estão no bloco 2
    Constam trechos das ERSs 130, 453 e 129
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REGIÃO PEDE ADIAMENTO DE AUDIÊNCIA DAS CONCESSÕES Thu, 08 Jul 2021 11:30:29 -0300 http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/320/?regiao-pede-adiamento-de-audiencia-das-concessoes.html http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/320/?regiao-pede-adiamento-de-audiencia-das-concessoes.html Preocupados com o pouco tempo para análise do estudo de concessão das rodovias estaduais, autoridades da região pediram o adiamento da audiência pública virtual prevista para ocorrer no próximo dia 14. A intenção é ter um prazo maior para sugerir mudanças e alterações no projeto desenvolvido pelo governo do Estado e BNDES.

O documento foi assinado pelo presidente do Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat), Luciano Moresco, e endereçado ao secretário de Parcerias do RS, Leonardo Busatto. Desde que o plano de concessões foi apresentado pelo Estado, lideranças locais cobram mais detalhes das obras previstas. Porém, os dados estão chegando por partes, divididos por municípios.

“Batemos muito nessa questão, pois o secretário esteve aqui e a data da audiência foi divulgada dois dias depois. Mas foi unânime entre nós de que era pouco prazo para municípios e entidades ter as informações necessárias. Por isso, queremos a prorrogação para avançarmos nos estudos”, salienta Moresco. Segundo ele, a intenção é adiar a reunião em, pelo menos, duas semanas.

O presidente da entidade lembra que ter mais tempo de discussão é fundamental para que o modelo de concessão não seja prejudicial às comunidades atingidas. “O que é um mês a mais para discutir? Não estamos falando de uma concessão de três anos, mas sim de 30 anos. Os levantamentos técnicos só começaram a chegar agora para nós”, salienta.

Aprimorar o projeto

O presidente da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços do Vale do Taquari (CIC-VT), Ivandro da Rosa, concorda com o adiamento da assembleia. Também argumenta que a região ainda não recebeu todos os dados da concessão e acredita ser necessário um período maior para discussão. Também buscam uma reunião com o secretário de Transportes e Logística, Juvir Costella.

Rosa lembra que, na concessão da BR-386 à iniciativa privada, ocorreram mais de cinco audiências públicas. “Uma na Univates tinha mais de 500 pessoas. Sabemos que a pandemia restringe isso, mas precisamos de outros momentos para discussão, não só em poucas pessoas numa tarde. Audiência é para se questionar os pontos que o projeto precisa para ser aprimorado”, destaca.

Audiência na quarta-feira

Uma comitiva de Cruzeiro do Sul irá a Porto Alegre na quarta-feira, 7, para uma reunião com Leonardo Busatto. O encontro, às 16h30min, discutirá possibilidade de mudança da praça de pedágio da RSC-453, hoje localizada em Boa Esperança.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Cruzeiro do Sul, Marcos Hinrichsen, a comitiva levará ao secretário o descontentamento da comunidade com a permanência da praça no local atual. “Existe uma divisão do município, onde as pessoas não tem acesso ao Centro da cidade, fica separado do comércio”, ressalta.

Hinrichsen lembra que Busatto, na audiência ocorrida em junho, deu “condições” de rediscutir a localização da praça. O governo municipal sugeriu a mudança da estrutura para as proximidades da divisa com Mato Leitão. “O que nós queremos, enquanto sociedade, é de não sermos penalizados. Serão 30 anos pagando essa conta, sem isenção”, comenta.

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COMEÇA DUPLICAÇÃO DA BR-386 Thu, 08 Jul 2021 11:27:18 -0300 http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/319/?comeca-duplicacao-da-br-386.html http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/319/?comeca-duplicacao-da-br-386.html A CCR ViaSul deu início à duplicação da BR-386 na manhã desta quinta-feira (1º). O primeiro trecho a receber a melhoria, com 20,3 quilômetros de extensão, vai do km 325,5 em Marques de Souza até o km 345,8, em Lajeado. A concessionária aguardava há cinco meses o recebimento da Autorização de Supressão Vegetal (ASV) para iniciar os trabalhos de preparação para o pavimento. A análise prévia do local, bem como as instalações do canteiro de obras e alojamentos, além da preparação do maquinário e das frentes de obras, já foram concluídas.

Ao todo, nesta primeira etapa de duplicação, estão previstos investimentos em torno de R$ 250 milhões. “É a obra mais importante do Estado. Nos duplicaremos nessa etapa 20 quilômetros, entre Marques de Souza e Lajeado, dos 170 quilômetros de duplicações em dez anos”, ressalta o diretor-presidente da CCR ViaSul, Fausto Camilotti.

Além da duplicação dos 20,3 quilômetros, a concessionária irá construir 13 quilômetros de vias marginais, dois retornos em nível, seis adequações de acesso, quatro passarelas de pedestres, seis novas pontes, seis alargamentos de pontes existentes, duas passagens inferiores e duas superiores.

Num primeiro momento, a obra está focalizada na remoção da vegetação ao longo do trecho, e o maquinário ainda não trabalha na pista. Por enquanto, o tráfego flui normalmente. Ainda irá implantar diversos dispositivos de segurança, como 50 quilômetros de defensa metálica, nove quilômetros de barreiras e 170 terminais atenuadores de impacto, bem como iluminação das passarelas de pedestres, pontos de ônibus e nas vias marginais. O contrato de concessão da rodovia prevê a conclusão da duplicação dos 20,3 quilômetros até fevereiro de 2023.

Camilotti manifesta preocupação com o encurtamento do cronograma, em função do atraso na emissão das licenças necessárias (ele reforça que, por parte da CCR ViaSul, estava tudo certo, com a documentação em dia). Os cinco meses de espera fizeram com que a concessionária redimensionasse as etapas.

O gestor reconhece que há prejuízos no cronograma de entrega do primeiro ano. A concessionária entregaria 10 kms de duplicação até fevereiro de 2022. Apesar disso, Camilotti afirma que a empresa mantém o compromisso terminar as obras entre Marques de Souza e Lajeado até fevereiro de 2023.

Confira a especificação das obras

Marques de Souza

– Construção de novos acessos (km 310,5, km 310,6, km 315,8, km 324,8, km 325,8, km 326,8 e km 329,3);
– Construção de novos retornos (km 312,1, km 314,2, km 324,2, km 330,5 e km 337,5);
– Construção de nova passarela (km 325,8);
– Readequação de interconexão (km 317,3);
– Construção de nova ponte e alargamento da ponte já existente sobre a Várzea Marques de Souza I, II, III e IV;
– Implantação de nova iluminação na via principal.

Forquetinha

– Melhoria de acesso (km 338);
– Construção de nova passarela (km 338).

Lajeado

– Criação de novos acessos viários à Forquetinha;
– Construção de nova ponte e alargamento da ponte já existente sobre o Arroio Forquetinha;
– Construção de novas vias marginais em ambos os lados da rodovia (do km 339,3 ao km 345,8);
– Construção de novas passarelas (km 338, km 342,5, km 344,3, km 346,6 e km 347,9);
– Novas passagens inferiores e superiores (km 339,8, km 344,4 e km 345,3);
– Novo acesso no km 338;
– Nova interconexão no km 341,7;
– Readequação de interconexões no km 346,1, no km 347,1 e no km 348,9;
– Implantação de nova iluminação na via principal e marginais.


Veja o vídeo de como ficará a Rodovia após a Duplicação no link: https://independente.com.br/video-veja-como-ficara-a-duplicacao-da-br-386-entre-lajeado-e-marques-de-souza/

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"QUEREMOS CONSTRUIR O MELHOR FORMATO ÀS REGIÕES" Thu, 08 Jul 2021 11:04:03 -0300 http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/318/?queremos-construir-o-melhor-formato-as-regioes.html http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/318/?queremos-construir-o-melhor-formato-as-regioes.html O debate sobre o modelo do plano estadual de concessão das rodovias avança na região e provoca desconfiança de líderes e de autoridades públicas. Como forma de sanar dúvidas e detalhar a proposta do Piratini, o secretário de Parcerias, Leonardo Busatto, visitou as estradas do Vale e participou de duas audiências.

A primeira em Estrela, em assembleia da Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat). Em seguida, foi até Encantado, em encontro com o Conselho Regional de Desenvolvimento (Codevat).

Acompanhado de integrantes da equipe técnica e do presidente da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), Marcelo Gazen, o secretário estadual destacou a importância do Vale. “É uma região estratégica. Próxima da capital e com potencial produtivo para desenvolver a economia gaúcha.”

Com relação ao plano de concessões, Busatto frisou a necessidade dos pedágios para tornar a logística e o transporte mais seguro e barato. Diante da proposta do Estado, o formato de escolha da concessionária pelo preço da tarifa e a outorga, junto com o local das praças e o prazo das obras na ERS-130 são as críticas centrais das lideranças públicas.

“Queremos construir o melhor formato às regiões. Estamos abertos ao diálogo e podemos alterar alguns critérios”, admitiu o secretário. Ainda assim, Busatto defendeu a outorga. “É uma forma de termos homogeneidade nas tarifas. Evita que tenhamos disputas por praças de alto fluxo, fazendo que outros trechos tenham preços mais altos.”

Junto com isso, Busatto frisou que sem a outorga abre-se o risco de empresas assumirem mesmo sem condições de cumprir o cronograma de obras. “Pelo nosso modelo, os primeiros 20 anos de concessão serão de investimento. A concessão só terá retorno financeiro às empresas nos últimos dez anos”, afirmou.

A concessões das rodovias faz parte do Avançar RS. No programa constam investimentos em duplicações, ampliação de pistas, rótulas e intersecções. São mais de 1 mil quilômetros, com expectativa de aplicar R$ 10,4 bilhões em três décadas. As rodovias do Vale (ERSs 129, 130 e 453) aparecem no lote 2 junto com estradas de Passo Fundo, Carazinho até Santa Cruz do Sul. Nestes trechos, seriam R$ 3,9 bi de investimentos.

Local das praças



O prefeito de Arroio do Meio, Danilo Bruxel, questionou o secretário sobre a informação de que a praça de Palmas, na parte de Encantado, seria deslocada em dez quilômetros. “Isso nos trouxe muita preocupação. Não vemos como positivo só transferir o problema de um município para outro.”

No ponto de cobrança atual, houve a divisão da comunidade, o que faz com que moradores precisem do cartão de isento da EGR. Com a nova proposta, esse benefício é extinto.

De acordo com o secretário, será feito um debate específico entre os prefeitos das cidades vizinhas ao pedágio. “Sabemos que também há um movimento contra o pedágio em Cruzeiro do Sul. Vamos aprofundar esse debate direto com os prefeitos”, prometeu.

Reunião do Codevat

A fluidez nas rodovias e a antecipação das obras de duplicação da ERS-130 foram as tônicas da passagem de Busatto por Encantado. O encontro com representantes de entidades produtivas e líderes regionais ocorreu no fim da tarde de ontem, no auditório do Sicredi.

Após a apresentação do projeto, o presidente da Câmara, Indústria e Comércio do Vale do Taquari (CIC-VT), Ivandro Rosa, manteve a posição de que não há um detalhamento do projeto. “Nós precisamos ver os projetos. Não vamos ser assertivos porque não vamos ter condição de opinar”, ressaltou.

O governo estadual espera que os debates públicos acerca dos editais de concessão sejam finalizados em julho. O objetivo é que o edital seja publicado entre o fim de setembro e o início de outubro, e previsão para o leilão é em dezembro.

O presidente da Cooperativa Dália, Gilberto Piccinini, ressaltou que não é contrário ao pedágio. Para ele, o problema é que a cobrança atrapalhe a rapidez e dinâmica da logística. “Pedágio tem que ter fluidez”, ele acredita que as filas nas praças atravancam o desenvolvimento. “ Nós temos grandes investimentos a serem feitos. Pedimos urgência em relação os gargalos. Caso contrário os investimentos não poderão ser realizados”, complementa.

Cerca de 200 caminhões da Cooperativa com cargas de rações, ou frangos, passam todos os dias pelo pedágio de Encantado.

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NOVA LEI FEDERAL PODE DAR FIM À PRAÇA DE PEDÁGIO DE PALMAS Tue, 08 Jun 2021 08:52:39 -0300 http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/317/?nova-lei-federal-pode-dar-fim-a-praca-de-pedagio-de-palmas.html http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/317/?nova-lei-federal-pode-dar-fim-a-praca-de-pedagio-de-palmas.html Atualmente, os pedágios cobram valor fixo conforme o tipo de veículo. A partir da nova lei, será implementado o chamado free flow (fluxo livre), um sistema de livre passagem, sem cancela e no qual o usuário paga tarifas de acordo com a quilometragem percorrida.

A partir dessa norma, a identificação dos usuários será através de reconhecimento visual automático de placas ou chips instalados nos veículos, sem a necessidade de praças de pedágio. A regulamentação caberá ao Poder Executivo.

Luciano Moresco, presidente do Codevat, afirma que, “com essa legislação, os problemas que envolveram a Praça de Pedágio de Palmas, no município de Encantado, nos últimos 23 anos, possivelmente deixarão de existir”.

“A cobrança deixará de ser no modelo atual, com uma praça física. A tarifa do pedágio será proporcional à quantidade de quilômetros que o usuário percorre na rodovia, ou seja, quanto maior o trajeto, maior será o valor pago”, explica Moresco. “Por este novo sistema, adotado em vários países da Europa e dos Estados Unidos, diversos pontos ao longo da rodovia identificarão a passagem do veículo e determinarão o valor a ser cobrado.”

A nova regra também inclui dispositivo no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para deixar claro que o não pagamento do pedágio representa infração grave, punida com multa.

Como a cobrança será feita ainda não está totalmente definido. Pontos ainda não esclarecidos serão regulamentados pelo Governo Federal mediante decreto.

A medida vale para novos contratos, mas também pode valer para concessões anteriores. No entanto, o texto não especifica se a lei vale somente para rodovias federais, estaduais ou para todas.

O texto aprovado pelo governo previa que o sistema seria regulamentado pelo Poder Executivo no prazo de 180 dias após a publicação da lei. Bolsonaro vetou esse trecho. Segundo a Secretaria-Geral, o trecho violava o princípio da separação dos poderes.

“O Codevat se reunirá na próxima semana com técnicos do governo do Estado e do BNDS, que estão trabalhando na elaboração do projeto da concessão das rodovias estaduais que cortam a nossa região. Estaremos defendendo especialmente a duplicação e uma tarifa justa, que trabalhe o desenvolvimento, mas não represente um alto custo para o usuário.”, conclui Luciano.

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REGIÃO ELENCA PRIORIDADES PARA O PLANO DE CONCESSÕES Tue, 08 Jun 2021 08:42:38 -0300 http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/316/?regiao-elenca-prioridades-para-o-plano-de-concessoes.html http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/316/?regiao-elenca-prioridades-para-o-plano-de-concessoes.html Prevista para o fim de maio, a conclusão dos estudos que definirão o modelo de viabilidade de concessão das rodovias estaduais à iniciativa privada só ocorrerá neste mês. Enquanto isso, prefeitos e autoridades aguardam com certa preocupação o detalhamento dos investimentos previstos nos trechos que abrangem municípios do Vale do Taquari.

Os estudos são conduzidos pelo governo do Estado, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Assim que esta etapa for concluída, informações detalhadas serão apresentadas em audiências regionais e consultas públicas à comunidade, entre junho e julho.

A apreensão é perceptível na fala de gestores. Danilo Bruxel, prefeito de Arroio do Meio, espera que as demandas do município na ERS-130 sejam atendidas com a concessão. Caso contrário, a rodovia continuará saturada, sobretudo no trecho entre o município e Lajeado.

“Ainda não temos conhecimento do que está sendo negociado. Nós precisamos da duplicação e também de acessos novos, tanto na entrada da cidade como também em algumas empresas. Esses trechos precisam ser contemplados”, afirma.

Um dos principais motivos de preocupação, para Bruxel, é a previsão de realização do leilão em dezembro. “O espaço é muito curto. Se precisar, vamos mobilizar nossas lideranças. Não podemos esperar mais dois, três, cinco anos. Tem de ter um cronograma de obras”, salienta.

Além da ERS-130, outras duas rodovias que cruzam a região estão no pacote de concessões: a ERS-129 e a RSC-453 (Rota do Sol). Se busca, ainda, a inclusão da ERS-128, a Via Láctea, em Teutônia.

Antes da concessão

Com mais otimismo, o presidente da Câmara de Vereadores de Lajeado, Isidoro Fornari acredita que algumas obras possam sair do papel antes da concessão. Caso da passagem subterrânea sobre o trevo da BRF, no entroncamento da ERS-130 com a rua Carlos Spohr Filho.

“Estamos buscando a passagem inferior no local. Se não for contemplada antes, queremos incluí-la na concessão”, salienta Fornari, que atua também no Executivo. O município também tenta, junto à EGR, a construção de uma rótula e uma travessia na RSC-453, no bairro Floresta.

Esta é uma demanda antiga da comunidade. Conforme o presidente da Associação de Moradores do Bairro Floresta, Jaime Valmir Borger, os primeiros pedidos foram protocolados há quase dez anos. O principal problema é que a Escola Municipal Pedro Welter está de um lado da rodovia e a maior parte dos alunos moram do outro lado.

Nesse período, segundo Borger, a população do bairro mais do que dobrou e a tendência é que aumente ainda mais nos próximos anos, com o surgimento de novos loteamentos. “Já estamos no terceiro governo diferente pleiteando essa obra. Sem uma travessia segura, o perigo é grande, sobretudo no começo da manhã. A rodovia fica uma loucura”, alerta.

Demandas nos municípios menores

Além das obras previstas para as cidades mais populosas, municípios menores também se mobilizam pelo atendimento de suas demandas. Em Westfália, a preocupação com os acidentes no trevo de acesso, na Rota do Sol, levou o prefeito Joacir Docena a solicitar vias laterais.

“Temos o trevo e mais nada. Precisamos dessas vias até para evitar a entrada direta para dentro da rodovia. A quantidade de acidentes até diminuiu, mas precisamos desses acessos. É bom também para investimentos futuros, pois a periculosidade afasta empresas do local”, admite.

Em Vespasiano Corrêa, a luta é por uma rótula, organizando o fluxo na entrada do município. O pedido foi levado diretamente à EGR e ao secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella. “Nosso setor de engenharia se dedicou a este assunto e por isso apresentamos o projeto. Isso ajuda nós e todos os municípios que utilizam esta rodovia em sua logística”, afirma o prefeito Tiago Michelon.

“A duplicação é a principal demanda”

Integrantes da diretoria do Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat) terão reunião virtual na próxima terça-feira, 8, com a Secretaria Extraordinária de Parcerias do RS, onde serão repassados detalhes da concessão das rodovias.

“Nós teremos acesso sobre o que o Estado e o BNDES já produziram do estudo antes das audiências públicas”, salienta o presidente do Codevat, Luciano Moresco.

No começo do ano, o Codevat pediu aos municípios lindeiros informarem suas demandas para a confecção de um documento, que foi encaminhado ao Estado de forma virtual, em abril. Muitas delas estavam em um estudo de viabilidade técnica produzido em 2013, quando Moresco integrava o extinto Corepe. E, lá, já indicavam a necessidade de algumas obras.

“O estudo apontava trechos completamente saturados, com a necessidade de duplicação especialmente de Arroio do Meio até a entrada de Cruzeiro do Sul e, num segundo momento, de Encantado a Venâncio Aires”, comenta. A duplicação é, segundo Moresco, a principal demanda da região com a concessão das rodovias.

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OIE OFICIALIZA: RS É ZONA LIVRE DE AFTOSA SEM VACINAÇÃO Fri, 28 May 2021 09:39:06 -0300 http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/315/?oie-oficializa-rs-e-zona-livre-de-aftosa-sem-vacinacao.html http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/315/?oie-oficializa-rs-e-zona-livre-de-aftosa-sem-vacinacao.html O anúncio foi feito no início da plenária, pouco depois das 7h. A medida foi festejada em dois momentos oficiais que ocorreram em Brasília e em Porto Alegre. Na capital federal, assistiram a transmissão da OIE o governador Eduardo Leite e a secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Silvana Covatti, na presença da ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Em Porto Alegre, representantes de entidades do setor agropecuário, servidores da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e deputados, entre eles dois ex-secretários da Agricultura, Covatti Filho e Ernani Polo, também se reuniram para acompanhar o anúncio, recebido com aplausos.

A conquista histórica repercute em todo o Rio Grande do Sul, especialmente pelas fronteiras que serão abertas para as carnes gaúchas a partir deste novo status sanitário, agora chancelado pela maior autoridade de sanidade animal no mundo. Projeta-se que a proteína animal produzida no Estado consiga agora alcançar 70% dos mercados até então fechados. Além disso, a pecuária gaúcha poderá fortalecer sua presença em países que já compram a carne brasileira. A expectativa é que este novo patamar sanitário gere resultados positivos para toda a agropecuária uma vez que o setor de grãos também precisará atender a demanda da cadeia de proteína animal.

Na live no Ministério da Agricultura para celebrar a importante conquista, o governador destacou a cooperação entre todos os envolvidos. “O dia de hoje reforça a minha crença na colaboração, pois todos puxaram numa mesma direção, seja o ministério, o Estado, servidores, veterinários, produtores, entidades, entre outros, todos entendendo o reflexo positivo que isso tem na nossa produção”, disse Leite.

“É um dia de celebração, mas é também um dia de reforçar nossos compromissos, o entendimento da responsabilidade que passamos a ter, em especial no momento em que nos tornamos um Estado livre de febre aftosa sem vacinação. Para que o Brasil possa avançar nesse status sanitário, de acordo com o que foi apresentado, é um trabalho de muito temo, muito planejamento, muita responsabilidade”, acrescentou o governador.

Leite lembrou ainda de todo o esforço para que o Estado alcançasse esse patamar. “Esse passo que é dado aqui só foi possível porque houve muito esforço de toda uma equipe técnica fortemente dedicada para fazer investimentos na estrutura necessária para nossas inspetorias veterinárias, como na estrutura física, viaturas, contratação de pessoal, tudo para termos a segurança necessária, diante de qualquer intercorrência, para ter uma pronta ação. Não é simplesmente deixar de vacinar, é substituir a vacinação por toda uma estrutura de pronta atenção e isso exige coordenação de esforços”, completou o governador.

A secretária da Agricultura reforçou os ganhos à economia do Estado. “É uma conquista histórica para o nosso Estado, depois de 20 anos de espera. Dessa forma, vamos expandir a exportação da carne gaúcha para diversos novos mercados. Os produtores ganham, os gaúchos ganham, pois isso vai gerar mais emprego e renda em nosso Estado”, celebrou Silvana Covatti.

A secretária de Relações Federativas e Internacionais, Ana Amélia Lemos, que também esteve no Ministério da Agricultura, ressaltou que o RS ganha um status extraordinariamente relevante. “O que estamos celebrando hoje aqui tem um significado muito importante para o RS. É um dos grandes prêmios que o esforço que os governos que se sucedem, os produtores, os pecuaristas gaúchos estão fazendo para melhorar a qualidade da carne bovina que hoje ganha o mercado internacional. O mundo inteiro come carne do Brasil e do RS. Estamos de parabéns, o governo do Estado, mas sobretudo os pecuaristas que fazem o dever de casa”, completou.

Ministra da Agricultura, Tereza Cristina destacou o que representam em âmbito nacional os certificados para o RS e mais dois Estados. “São 44 milhões de cabeças de gado, o que corresponde a 20% do nosso rebanho bovino, em zonas livres. Quase 50% da suinocultura, e 58% dos frigoríficos de abate estão em regiões com esse novo status sanitário. Ressalto empenho dos pecuaristas brasileiros em cumprir as normas sanitárias. Saliento a dedicação dos servidores que trabalharam incansavelmente para a execução do plano estratégico do plano nacional de vigilância para a febre aftosa, que nos permite celebrar esse reconhecimento internacional no dia de hoje”, acrescentou.

Presidente da Federação da Agricultura do RS (Farsul), Gedeão Pereira, além de cumprimentar os produtores pelo trabalho que resultou nesse avanço, lembrou que a conquista vai beneficiar outras duas cadeias importantes para o Estado. “É verdade que a suinocultura, principalmente dos Estados do Sul, como a avicultura, que nada tem a ver com a aftosa, também se beneficia do status sanitário, porque é um conjunto de medidas sanitárias relacionadas às atividades das três carnes que hoje invadem o mundo, tanto a suinocultura, como a avicultura, como a pecuária de corte brasileira”, citou.

A diretora do Departamento de Defesa Agropecuária da Seapdr, Rosane Collares, afirmou que a conquista do certificado foi uma decisão madura. “Ao longo desses últimos 20 anos nos preparamos tecnicamente para este momento, com capacitação do nosso pessoal e o georreferenciamento de nossas unidades. O rebanho de vocês está em boas mãos”, garantiu.

Conforme ela, a decisão da retirada de vacina é reconhecidamente uma decisão do Estado, porque foi construída com todos os entes da cadeia do agronegócio: entidades representativas de produtores rurais, da indústria e também serviço veterinário oficial da Seapdr e do Ministério da Agricultura.

Superintendente do Ministério da Agricultura no Rio Grande do Sul, Helena Rugeri destacou que todo o trabalho realizado ao longo desses 20 anos foi acompanhado pela pasta. “Isso que foi construído são tijolinhos colocados um por um por vocês, e colados na argamassa da vontade de avançar”.

O presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária (Fundesa), Rogério Kerber, enalteceu a caminhada de todos que contribuíram para esse momento. “Foi uma longa caminhada, de trabalhos intensos, avaliações e negociações para chegar a esse momento extraordinário para o Rio Grande do Sul e para o Brasil”. E destacou a importância do trabalho conjunto entre o setor público, através do Serviço Veterinário Oficial, e o privado, através do Fundesa.

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ENTIDADES CRIAM MOVIMENTO PARA SOLUCIONAR PROBLEMAS NO FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA Thu, 15 Apr 2021 15:51:11 -0300 http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/314/?entidades-criam-movimento-para-solucionar-problemas-no-fornecimento-de-energia-eletrica.html http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/314/?entidades-criam-movimento-para-solucionar-problemas-no-fornecimento-de-energia-eletrica.html Preocupada com a qualidade do fornecimento de energia elétrica em Encantado, a Associação Comercial e Industrial (ACI-E) lidera um movimento, em conjunto com a Administração Municipal, o Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat) e a Concessionária RGE Sul, na busca de soluções definitivas para problemas que afetam os consumidores, entre eles, as constantes quedas provocadas por intempéries e a insuficiente capacidade de energia disponibilizada, principalmente, na área rural.

Conforme a presidente da ACI-E, Maria Cristina Castoldi, uma das propostas de ação encaminhadas à RGE solicita a realização de um estudo e avaliação das redes elétricas de cinco localidades de Encantado: bairros Porto XV, São José e Lambari, além das linhas Anita e São Marcos. “Estas localidades estão entre as que apresentam maior reincidência da falta de energia elétrica após uma intempérie, dos mais diversos graus. Pedimos que, além da avaliação, sejam identificados os motivos das quedas a fim de realizar ações que possibilitem solução definitiva da dificultada enfrentada”, argumenta Maria Cristina.

A outra iniciativa sugere a realização de um projeto piloto na comunidade de Linha São Luiz, não só por ser uma das localidades do interior mais prejudicadas pela falta de qualidade no abastecimento de energia, mas também por ser uma das regiões que apresentam maior capacidade de expansão do setor de agronegócio no município. “Pedimos que a RGE faça um levantamento com todos os consumidores da Linha São Luiz para identificar a demanda de consumo de cada propriedade e comparar com os cadastros registrados na concessionária. Sabemos que muitos usuários, quando fazem algum tipo de expansão na propriedade ou adquirem equipamentos novos, não comunicam a RGE sobre o aumento no consumo. Isso faz com que a concessionária não consiga oferecer a estrutura de qualidade”, explica a presidente da ACI-E.

O entendimento é que esse projeto possa ser expandido para os demais municípios do Vale do Taquari. “É um trabalho de cooperação. Todos envolvidos, entidades, comunidades, RGE e administração pública, estão cientes da importância desse trabalho”, conclui Maria Cristina.

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LIDERANÇAS REGIONAIS ENTREGAM DOCUMENTO AO ESTADO, COM INDICAÇÕES NO PROJETO DE CONCESSÃO DA RODOVIA Thu, 15 Apr 2021 15:41:41 -0300 http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/313/?liderancas-regionais-entregam-documento-ao-estado-com-indicacoes-no-projeto-de-concessao-da-rodovia.html http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/313/?liderancas-regionais-entregam-documento-ao-estado-com-indicacoes-no-projeto-de-concessao-da-rodovia.html O documento contendo as demandas dos municípios lindeiros as RS 129, 130 e RSC 453 foi entregue ao secretário Extraordinário de Parcerias RS, Leonardo Busatto, na tarde de quarta-feira (14).  Desde o ano passado, instigados pelo Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari, com apoio da Câmara da Industria, Comércio e Serviços do Vale do Taquari, os gestores de cada município apresentaram indicações de obras, problemas que identificam no dia e que mereçam atenção no projeto de concessão das rodovias.

O plano do governo para concessão tem a projeção de repassar mais de mil quilômetros para a iniciativa privada administrar e colocar pedágios.  Pelo projeto as rodovias foram divididas em quatro blocos. O trecho do Vale do Taquari faz parte do Bloco 2, o mais extenso, com 416 quilômetros. O trajeto passa por Venâncio Aires, Lajeado, Encantado, Guaporé, Casca, Marau e Passo Fundo e Erechim, a partir de Estrela, Carlos Barbosa, Garibaldi.

O presidente do Codevat, Luciano Moresco, destacou como ponto positivo do encontro a aproximação com a secretaria, pois houve por parte do próprio secretário e técnicos a disposição de permitir a identificação das demandas e a participação na formatação do projeto. De prático, foi marcada uma reunião para o fim deste mês ou início de maio com a presença do grupo técnico, que está envolvido no plano de concessão. Neste dia, vão ser apresentadas as colocações com as demandas da região já inseridas.

Moresco e Ivandro Rosa, presidente da CIC VT sugeriram ainda a realização de um encontro no Vale do Taquari, onde os técnicos da secretaria possam conhecer os pontos indicados no documento juntamente com as equipes de cada município e lideranças regionais. Luciano garantiu que uma das principais preocupações é com a tarifa que não pode ser muito alta, pois a região já é penalizada pelos altos valores atuais. “ O objetivo que temos é trabalhar por uma concessão que permita o desenvolvimento a partir da melhoria de nossas rodovias, mas que isso não represente tarifas que, por serem elevadas, castiguem nossa população”.

Ivandro Rosa frisou que é importante fazer parte da construção do plano, visto que a concessão é de 30 anos. “Tendo em vista a relevância do tema para a economia do Vale do Taquari, nos propomos a acompanhar passo a passo o processo, para que o resultado da concessão atenda às necessidades econômicas e da comunidade regional”.

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO | ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA Tue, 13 Apr 2021 08:53:59 -0300 http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/312/?edital-de-convocacao--assembleia-geral-extraordinaria.html http://codevat.com.br/noticia/visualizar/id/312/?edital-de-convocacao--assembleia-geral-extraordinaria.html No uso de suas atribuições que lhe são conferidas pelo Estatuto Social, Capítulo V, artigo 17, convoca todos os seus associados para participarem da Assembleia Geral Regional Ordinária, a realizar-se no dia 29 de abril de 2021, em primeira chamada às 17h30min e em segunda chamada às 17h45min, com qualquer número de presentes. O encontro será realizado no formato virtual, através da plataforma Google Meet.

A presente convocação fundamenta-se no art. 12 do Decreto Estadual 55.240/2020, motivada pela necessidade de cumprimento dos prazos estatutários, aplicando-se por analogia, as regras determinadas à Administração Pública Estadual (art. 29 do mesmo decreto), pelo qual se recomenda a presença pessoal, síncrona e remota, com confirmação eletrônica de presença. O CODEVAT observará as regras sanitárias permanentes, na forma do art. 12, acima citado, sem prejuízo de outras determinadas pelas autoridades.

  

ORDEM DO DIA:

1- Discussão e alteração da sede do COREDE VT;

2- Discussão e alteração do Estatuto Social do Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari.

 

Para solicitar acesso, os associados devem encaminhar um e-mail para: codevat@univates.br.

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