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Codevat articula reunião com a CCRViaSul para tratar duplicação da BR-386 entre Lajeado e Marques

  15 de julho de 2020   Lucas George Wendt/Codevat
No início da noite da última quarta-feira (15) o Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat) promoveu uma reunião online para alinhamento com a população, entidades regionais e a CCRViaSul, concessionária responsável pela BR-386. O objetivo foi tratar sobre a fase de projeto e o início da duplicação da BR-386, parte do projeto de concessão da Rodovia da Integração do Sul — integra rodovias do Rio Grande Sul e é coordenado pelo Grupo CCR.

Marques de Souza, Lajeado e Forquetinha, na região, serão as cidades que terão obras nas via nesse primeiro momento de duplicação da BR-386. Entre os presentes no evento virtual estavam os prefeitos de Marques e Lajeado, respectivamente e Edmilson Amauri Dörr e Marcelo Caumo. Caumo destacou a importância do momento e da necessidade de clareza nas ações da empresa e na percepção dos munícipes. “A obra vai trazer benefícios a todos nós”, disse. Dörr, de Marques de Souza, saudou a iniciativa da reunião de esclarecimento. “Depositamos toda nossa confiança na CCR. A obra é de fundamental importância para o nosso desenvolvimento”, comenta o prefeito.

O coordenador de Administração do Contrato de Concessão, Breno Ferreira Leal, e a assessora de Comunicação Social e Relações Institucionais do Grupo CCR, Simone Suzzin, apresentaram as etapas da duplicação dos 20,3 km — os primeiros da BR-386, no ano 3 da concessão (2021). A previsão é de que as obras estejam concluídas no ano 4 (2022). Após, o debate girou em torno de dúvidas dos presentes ao encontro.

“Em conjunto com a duplicação está previsto um pacote de investimentos na via e no entorno — retornos, acostamento, investimentos paralelos nas vias e marginais”, explica Simone. Os representantes da CCR argumentam que os trâmites estão seguindo conforme o projeto de concessão já aprovado pelas entidades envolvidas. Os detalhes específicos da duplicação, porém, são levantados conforme o projeto da concessionária avança.

“Só depois da aprovação da Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT) é que vamos seguir com o desenvolvimento desta etapa do projeto”. Empresas de campo, no entanto, já estão trabalhando com sondagens de solo e levantamento topográfico, por exemplo. Essas são as informações que vão servir de base para os desdobramentos da duplicação. “Por mais que o projeto não esteja aprovado já estamos fazendo pré-levantamentos para atender os prazos. As empresas contratadas não podem falar em nome da CCR”, explica Leal.

A prioridade é manter a obra na faixa de domínio da União. Em alguns casos poderá ser necessário tratar de desapropriações, porém Leal revela que os casos de cada eventual lindeiro que seja afetado serão tratados especificamente. Este trabalho preliminar é justamente para mapear todas essas situações.

Participaram do evento online cerca de 50 pessoas. A apresentação demonstrada pela CCR pode ser conferida aqui.

Lucas George Wendt/Codevat